Homenagem
Os dias passam a correr, depressa de mais para parar um pouco e escrever sobre algo que, para mim, de facto, teve importância.
No passado dia 1 de Março, morreu Manuel Bento. Para os mais jovens, este nome pouco ou nada significa, para mim, foi a principal razão ( juntamente com Jean Marie Pfaff ) para eu querer ser guarda redes.
Durante a minha infância, nas visitas quinzenais ao Estádio da Luz, para assistir a mais uma tarde de futebol, enquanto os outros adeptos admiravam a genialidade de Fernando Chalana, a colocação de bola de Diamantino Miranda, a técnica de Shéu Han, a eficácia de Tamagnini Néné ou o calculismo e frieza de António Veloso, os meus ídolos eram outros, Álvaro Magalhães, um bronco no que respeitava a técnica, mas que colocava em campo toda a sua paixão pelo Benfica e pelo futebol em si, com uma garra excepcional, e Manuel Bento, que visto da distância do terceiro anel parecia um anão no meio da baliza, mas que, graças ao seu empenho, à sua determinação, ao seu trabalho e a muito sacrificio tornava-se num gigante durante toda o jogo, parecendo ser de elástico quando a isso era obrigado. Quem é, ou já foi guarda redes de futebol 11 sabe que não é fácil galvanizar e encorajar uma equipa a partir da baliza, Manuel Bento conseguia-o. Foi, é e será sempre o melhor guarda redes português de todos os tempos.
Vi muitos voos impossiveis de Bento para defender bolas que pareciam destinadas a entrar na sua baliza, desta vez não conseguiu voar para defender-se da morte, mas voará sempre no coração de todos que aprenderam a admirá-lo e a tomá-lo como exemplo, no desporto e na vida.
No passado dia 1 de Março, morreu Manuel Bento. Para os mais jovens, este nome pouco ou nada significa, para mim, foi a principal razão ( juntamente com Jean Marie Pfaff ) para eu querer ser guarda redes.
Durante a minha infância, nas visitas quinzenais ao Estádio da Luz, para assistir a mais uma tarde de futebol, enquanto os outros adeptos admiravam a genialidade de Fernando Chalana, a colocação de bola de Diamantino Miranda, a técnica de Shéu Han, a eficácia de Tamagnini Néné ou o calculismo e frieza de António Veloso, os meus ídolos eram outros, Álvaro Magalhães, um bronco no que respeitava a técnica, mas que colocava em campo toda a sua paixão pelo Benfica e pelo futebol em si, com uma garra excepcional, e Manuel Bento, que visto da distância do terceiro anel parecia um anão no meio da baliza, mas que, graças ao seu empenho, à sua determinação, ao seu trabalho e a muito sacrificio tornava-se num gigante durante toda o jogo, parecendo ser de elástico quando a isso era obrigado. Quem é, ou já foi guarda redes de futebol 11 sabe que não é fácil galvanizar e encorajar uma equipa a partir da baliza, Manuel Bento conseguia-o. Foi, é e será sempre o melhor guarda redes português de todos os tempos.
Vi muitos voos impossiveis de Bento para defender bolas que pareciam destinadas a entrar na sua baliza, desta vez não conseguiu voar para defender-se da morte, mas voará sempre no coração de todos que aprenderam a admirá-lo e a tomá-lo como exemplo, no desporto e na vida.

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