Poesia I
Olho
Vejo a chuva cair
Consegue ocultar tudo lá fora.
Fecho os olhos
Imagino a chuva assim
Miudinha caindo de raiva,
Imagino o sorriso no teu rosto
O calor de um abraço sentido.
Abrigo-me de ti
Ou
De mim nem sei
Penso se renasci neste dia vago
Como em tantos outros dias vagos
Onde pensei que morri,
Em noites inventadas de nada
E que o nada é teu rosto
Surgindo numa paisagem de nevoeiro.
Não me importa que seja a chuva,
O nevoeiro,
O vento ou a madrugada,
Não me importa que seja a noite.
Só desejo
Algo que te traga
Vejo a chuva cair
Consegue ocultar tudo lá fora.
Fecho os olhos
Imagino a chuva assim
Miudinha caindo de raiva,
Imagino o sorriso no teu rosto
O calor de um abraço sentido.
Abrigo-me de ti
Ou
De mim nem sei
Penso se renasci neste dia vago
Como em tantos outros dias vagos
Onde pensei que morri,
Em noites inventadas de nada
E que o nada é teu rosto
Surgindo numa paisagem de nevoeiro.
Não me importa que seja a chuva,
O nevoeiro,
O vento ou a madrugada,
Não me importa que seja a noite.
Só desejo
Algo que te traga

1 Comments:
Um bocadinho de mais água era melhor
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