segunda-feira, julho 30, 2007

Dificuldades

A vida é simples, as pessoas é que complicam.
Complicado é beijar o próprio cotovelo, isso sim é dificil.

Copos

30 litros são muitos litros, sempre bem disposto e sem incomodar ninguém. Hoje dói-me um bocadinho o estômago, mas nada de muito grave. Um domingo bem passado!
Por outro lado, parece que o alcool faz mal a muita gente.

sexta-feira, julho 27, 2007

Finalmente

Já tenho música no escritório. É a puta da loucura, agora só falta o Whisky, a cerveja e as gajas para mudar-me para cá de vez.

quinta-feira, julho 26, 2007

Amor

E o amor? O que é? O conceito de amor mudará com os anos? Será que a partir de uma certa idade já não precisamos que a mulher que amamos desperte em nós sentimentos apaixonantes, eléctricos, loucos, que nos levem à exaustão fisica e psicológica? Será que o hábito mata a paixão, e o amor é a consequência do fim da paixão?
Não, não quero acreditar nisso. Não posso acreditar nisso. A paixão não se pode render à idade, nem ao hábito, nem a coisa alguma. A paixão tem que fervilhar-nos nas veias permanentemente para não permitir que a nossa alma fique gélida. Quando estamos apaixonados podemos vencer o mundo, não temos medo de nada. Não deixemos morrer a paixão para também nós não morrermos!

Não sei bem porquê mas estou assim...

É nos dentes que lhe ficam as palavras. Na porcaria dos dentes, pensa. Há tanto tempo que lhe quer dizer que a ama, e que é por isso que talvez alguma coisa tenha que mudar. Nunca consegue. Todos os dias se repete a sensação: vai falar, mas as palavras tropeçam na faringe e na laringe, estendendo-se na língua até baterem nos dentes cerrados. Nunca passam daí. Nunca conseguem. Agora ela passa a ferro uma peça de roupa qualquer e ele tem pena dela. Deles, aliás. Dela e dele. Tem que fugir àquela sensação de que a vida lhe está a escapar por entre os dedos das mãos como areia fina da praia, e liga a televisão com o som alto para se conseguir abstrair. Hoje não vai dizer nada. Talvez amanhã.